Nesta sexta-feira (30), completam-se 81 anos do nascimento de Sir Roger Scruton (1944–2020), reconhecido mundialmente como um dos mais influentes filósofos conservadores da era contemporânea. Nascido em 30 de novembro de 1944 — data confirmada por familiares e biógrafos — Scruton marcou profundamente o debate intelectual no século XX e início do XXI.

Autor prolífico, professor, crítico cultural e defensor da tradição, Scruton construiu uma obra voltada para a preservação da ordem social, da beleza e dos valores que sustentam a civilização ocidental. Seu pensamento ganhou destaque em países de língua inglesa e, ao longo das últimas décadas, se consolidou como referência central para correntes conservadoras em todo o mundo.

Entre seus principais legados estão:

  • a defesa da beleza e da tradição como pilares civilizatórios;
  • o conceito de oikofilia — o amor pelo lar, pela comunidade e pela herança cultural;
  • críticas firmes ao multiculturalismo radical, ao progressismo desenraizado e às correntes neomarxistas;
  • obras fundamentais como The Meaning of Conservatism, How to Be a Conservative, Conservatism: An Invitation to the Great Tradition e Fools, Frauds and Firebrands.

A data também chama atenção por reunir outros nomes marcantes da história: Winston Churchill, ícone do conservadorismo britânico, nasceu em 30 de novembro de 1874. Já o escritor Oscar Wilde morreu nesse mesmo dia, em 1900 — embora sem relação com o conservadorismo.

Assim, para estudiosos, leitores e admiradores da tradição intelectual conservadora, o 30 de novembro permanece como um marco: o aniversário de um pensador que dedicou sua vida a compreender e defender os fundamentos que sustentam a sociedade livre.

Um dia para lembrar — e revisitar — Roger Scruton.

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