Uma investigação inédita do jornalista David Ágape aponta que o Judiciário brasileiro teria montado um sistema de vigilância digital em larga escala, financiado com dinheiro público e apresentado como “defesa da democracia”.

Segundo o levantamento, empresas privadas, ONGs e órgãos estatais teriam atuado de forma coordenada para vigiar, classificar e perseguir cidadãos, sob comando direto do ministro Alexandre de Moraes.

Dados de brasileiros teriam sido monitorados, exportados e usados politicamente sem mandado, sem respaldo legal e sem transparência, segundo os documentos analisados.

No cenário atual, afirma a investigação, a censura não se esconde mais nos bastidores: ela “veste toga”, fala em nome da democracia e utiliza algoritmos como tornozeleira eletrônica para controlar informações.

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