Novos detalhes sobre o caso de Filipe Martins surgem após o advogado Chiquini questionar a validade das provas apresentadas pelo processo. A denúncia americana de que Martins teria viajado para os Estados Unidos em 2022 não foi contestada pelo ministro Alexandre de Moraes, e agora o advogado aponta que o sargento Gomes, cuja presença foi usada para comprovar participação do réu em reunião com Bolsonaro, teria assinatura falsificada, segundo perícia.
Martins já enfrenta medidas restritivas: uso de tornozeleira eletrônica, prisão domiciliar, proibição de contato com investigados e autorização prévia para sair de casa, que se prolongam por mais de 600 dias. A defesa alega que há provas — fotos, vídeos e testemunhas — que confirmam que o réu estava no Brasil na data citada.
O caso levanta novamente questionamentos sobre garantias processuais e uso de evidências, enquanto o julgamento continua sob intenso debate jurídico e político.