Em recente encontro, o ex-ministro Adolfo Sachsida afirmou que, entre 2019 e 2022, o governo Bolsonaro reduziu ou extinguiu permanentemente 13 tributos. Essa informação também foi compartilhada por Sachsida em suas redes sociais, incluindo o Twitter, onde destacou que, no período de 2023 a 2025, houve aumento ou criação de 27 tributos.

Sachsida, que atuou como ministro de Minas e Energia e secretário de Política Econômica, coautoria com Paulo Guedes o livro A Política Econômica Brasileira no Período de 2019 a 2022, no qual detalha essas e outras medidas adotadas pela equipe econômica durante o governo anterior.

Entre as ações mencionadas estão a redução de 35% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a extinção da multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que ficava com o governo federal e a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações de câmbio.

Essas medidas visavam diminuir a carga tributária e estimular a economia, segundo os ex-ministros. No entanto, especialistas e opositores apontam que tais cortes também resultaram em perda de arrecadação para os cofres públicos.

A comparação entre os períodos de 2019 a 2022 e 2023 a 2025, conforme destacada por Sachsida, sugere uma reversão na política tributária, com aumento no número de tributos criados ou elevados no período subsequente.

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