A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) proibiu a participação da atleta Tiffany, mulher trans, em competições internacionais da modalidade. A decisão segue diretrizes adotadas por entidades esportivas internacionais que estabelecem critérios biológicos para a participação em categorias femininas.
Tiffany criticou a medida e classificou a decisão como injusta. Segundo a atleta, a exclusão vai além do esporte e afeta o debate social sobre inclusão. “Quando derruba uma pessoa trans no esporte, está derrubando a sociedade, está derrubando um espaço de inclusão”, afirmou.
A FIVB sustenta que a política busca preservar a equidade competitiva, argumento que tem sido adotado por federações de diferentes modalidades. O tema, no entanto, segue gerando controvérsia entre atletas, especialistas e entidades, dividindo opiniões entre a defesa da inclusão e a garantia de condições justas de competição.
A discussão sobre a participação de atletas trans no esporte de alto rendimento permanece em debate no cenário internacional, sem consenso entre federações, pesquisadores e movimentos sociais.