Chamado por críticos de “fascista” e “opressor”, Donald Trump surpreendeu o mundo ao intermediar um acordo de paz entre Israel e o Hamas, encerrando temporariamente uma das crises mais longas e sangrentas do Oriente Médio. O resultado recoloca os Estados Unidos no centro da diplomacia global — e reabre o debate sobre o papel americano como “xerife do mundo”.

Segundo analistas, o acordo só foi possível graças ao peso político, econômico e militar dos EUA, que impôs condições, garantias e prazos que nenhuma outra potência teria conseguido sustentar. Trump demonstrou que autoridade internacional não se conquista com discursos, mas com força, clareza e poder de decisão.

O episódio expõe um paradoxo da política global contemporânea: a paz, muitas vezes, depende da existência de uma autoridade forte e democrática capaz de se impor sobre regimes autoritários e grupos terroristas. Na ausência dessa liderança, o vácuo de poder costuma ser ocupado por tiranias e fanatismos.

Críticos ligados a esquerda política o chamam de “fascista”; seus apoiadores, de “realista”. Mas, na prática, Trump reafirmou o que a história sempre mostrou: sem força legítima, não há estabilidade internacional — apenas caos disfarçado de diplomacia.

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