O governo Lula 3 comemora um recorde de arrecadação federal em 2025, que alcançou R$ 2,89 trilhões, segundo dados oficiais. O resultado reflete o aumento da carga tributária sobre famílias e empresas, impulsionado por alta de impostos, mudanças na legislação e maior fiscalização. A marca histórica foi apresentada pelo governo como sinal de fortalecimento das contas públicas.
Críticos, no entanto, apontam que o recorde ocorre em meio a um cenário de gastos elevados, flexibilização da meta fiscal e crescimento da dívida pública, que se aproxima de 80% do PIB. Para economistas, o aumento da arrecadação não tem sido acompanhado por um ajuste estrutural nas despesas, o que pressiona o endividamento e mantém juros elevados.
O debate divide opiniões: aliados do governo defendem que a arrecadação reforça a capacidade do Estado de financiar políticas sociais, enquanto opositores alertam para o impacto do modelo sobre a competitividade da economia e o peso transferido às futuras gerações, reacendendo a discussão sobre a necessidade de mudanças no rumo fiscal do país.