O ex-presidente Jair Bolsonaro deu entrada em um hospital após permanecer mais de 24 horas sem atendimento hospitalar considerado adequado por sua defesa, apesar de diagnóstico de traumatismo craniano. A equipe jurídica afirma que a demora ocorreu em razão de negativa judicial para a remoção imediata, o que gerou preocupação quanto aos riscos à saúde do ex-presidente.

Segundo aliados, a condição clínica exigia avaliação especializada e monitoramento contínuo, incompatíveis com a permanência fora do ambiente hospitalar. A defesa sustenta que a decisão desconsiderou critérios médicos básicos e agravou um quadro já delicado, levantando questionamentos sobre proporcionalidade e razoabilidade da medida.

O caso reacende o debate sobre os limites entre decisões judiciais e garantias humanitárias em situações de saúde. Familiares e apoiadores pedem respeito às recomendações médicas e acompanham a evolução do estado clínico de Bolsonaro, que segue sob cuidados hospitalares.

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