O Brasil saiu do grupo das dez maiores economias do mundo e passou a ocupar a 11ª posição no ranking global de PIB nominal, segundo levantamento da Austin Rating com base nos dados mais recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI). O rebaixamento ocorre após a economia russa ultrapassar o Brasil devido à forte valorização do rublo, que elevou o PIB do país em dólares e alterou a ordem das principais potências.

Enquanto isso, o PIB brasileiro cresceu pouco quando convertido para dólar, reflexo da desvalorização cambial e do crescimento modesto da economia interna. O movimento reduz o peso relativo do Brasil no cenário internacional e diminui sua influência em indicadores globais de competitividade, investimentos e fluxo comercial.

Embora alguns setores apresentem sinais de recuperação, especialistas afirmam que o país perde protagonismo no ranking porque outras economias avançaram mais rapidamente — seja pela moeda valorizada, seja por crescimento mais robusto. A saída do Top 10 reforça o alerta sobre a necessidade de políticas mais consistentes para elevar produtividade, estabilidade fiscal e confiança do investidor.

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