A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT, esclareceu nesta segunda-feira (3) que a plataforma não deixará de abordar temas como direito, finanças e saúde, mas reforçou que não pode oferecer conselhos personalizados nessas áreas. A medida visa garantir segurança e evitar o uso indevido da inteligência artificial em situações que exigem diagnóstico ou consultoria profissional.

Segundo a empresa, o ChatGPT continuará explicando conceitos e oferecendo informações de forma educativa, mas sem substituir médicos, advogados ou consultores financeiros. As mudanças fazem parte de uma atualização nos termos de uso da plataforma, implementada em 29 de outubro.

Na prática, o chatbot ainda poderá ajudar o usuário a entender leis, doenças, cálculos ou investimentos, mas sempre com o alerta de que as decisões devem ser tomadas com base na orientação de profissionais qualificados.

A OpenAI afirmou que a revisão das políticas tem como objetivo proteger os usuários e manter a ferramenta confiável em áreas sensíveis.

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