A ordem executiva assinada nesta sexta-feira (13) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reduz tarifas sobre alguns alimentos importados, mas não altera o tarifaço de 40% aplicado especificamente ao Brasil. A mudança, segundo fontes da diplomacia, não cria qualquer condição especial para o país.

A medida pode retirar até 10% das tarifas incidentes sobre os produtos mencionados na ordem — percentual referente às tarifas globais e recíprocas adotadas pelos EUA. No entanto, a tarifa política imposta exclusivamente ao Brasil permanece inalterada. Esse valor adicional segue sendo discutido entre representantes diplomáticos, embora não haja avanço concreto.

A possível redução se limita às tarifas universais impostas em abril pelo governo Trump e não está relacionada ao encontro, ocorrido nesta semana, entre o senador Marco Rubio e o chanceler brasileiro Mauro Vieira. Segundo o governo americano, a flexibilização anunciada hoje é parte de uma iniciativa interna para mitigar efeitos inflacionários sobre os consumidores dos Estados Unidos.

Até o momento, não há sinalização de revisão do tarifaço direcionado ao Brasil.

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