Enquanto parte da elite política e intelectual insiste em atacar o agronegócio com rótulos ideológicos, chamando produtores de “agro fascistas” e “inimigos do meio ambiente”, os números continuam gritando mais alto que a retórica. O agronegócio brasileiro, esse mesmo setor demonizado por discursos populistas, foi novamente o grande responsável por manter o país de pé.

De acordo com dados do IBGE, o setor agropecuário cresceu 10,1% no primeiro semestre de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024 — desempenho muito superior ao da indústria (1,7%) e ao dos serviços (2,0%). O agro agora responde por 29,4% do PIB nacional, contra 23,5% no ano anterior. Em outras palavras: quase um terço da riqueza do Brasil vem daquilo que muitos ainda insistem em enxergar como “atraso rural”.

As principais safras — milho, soja, arroz, algodão e café — tiveram saltos expressivos. O milho cresceu 19,9%, e a soja 14,2%. A produtividade aumentou, as exportações seguiram firmes e o campo, mais uma vez, sustentou o país enquanto o Estado tropeça nas próprias pernas e o setor industrial luta para sobreviver à burocracia e à carga tributária.

O chamado “agro fascista” é, na prática, o setor que gera empregos, divisas, inovação e segurança alimentar. É o pilar que impede o colapso econômico de um país que há décadas se sabota em nome de políticas populistas e narrativas ideológicas. Enquanto as cidades enfrentam a paralisia do Estado, é no campo que o Brasil continua produzindo, crescendo e alimentando o mundo.

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