O ministro Luiz Fux afirmou nesta semana que “não se trata da primeira vez que um candidato à Presidência provoca o TSE”. A declaração reacendeu o debate sobre a liberdade de questionamento eleitoral e os limites da Justiça Eleitoral diante de críticas públicas.

Em 2014, após a vitória de Dilma Rousseff (PT), o PSDB pediu uma auditoria do sistema eletrônico de votação. O pedido foi acolhido e analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral sem que houvesse acusações de tentativa de golpe ou punições aos responsáveis.

Atualmente, manifestações semelhantes têm resultado em investigações, prisões e bloqueios de perfis em redes sociais. Para especialistas, o contraste entre os dois momentos expõe uma mudança no tratamento político e jurídico de questionamentos eleitorais no país.

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