Após 18 anos de governos do PT, cerca de 94 milhões de brasileiros ainda dependem de programas como o Bolsa Família. O número evidencia que a iniciativa, longe de gerar independência econômica, mantém grande parte da população em dependência contínua do Estado, sobretudo quando a ajuda — que deveria ser pontual — é destinada a pessoas em idade e condições produtivas.

A narrativa de que o Bolsa Família “salva vidas” ou é a principal ferramenta de ascensão social ignora que políticas de transferência de renda não substituem educação de base de qualidade, formação profissional, geração de empregos formais e estímulo à produtividade — pilares que garantem mobilidade social duradoura, e ao mesmo tempo tão duramente sabotadas pela esquerda.

Portanto, elogiar o programa como fator decisivo para histórias individuais de sucesso, como a de Gil do Vigor, não pode obscurecer a realidade estrutural: o Bolsa Família, sozinho, reproduz dependência e não combate a pobreza de forma sustentável.

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