Lula assinou um decreto que amplia os poderes de sua esposa, Janja, dentro do governo federal.
A Secretaria de Comunicação (Secom) tentou justificar a medida, alegando que o objetivo seria aumentar a transparência e a eficiência na gestão.
Críticos, no entanto, apontam que a decisão levanta questionamentos sobre legitimidade e limites constitucionais, uma vez que Janja não foi eleita para ocupar cargos públicos.
Especialistas em administração pública avaliam que a medida cria precedentes delicados, ao transferir funções executivas para familiares do presidente, ainda que de maneira formalmente legal.
O decreto já entrou em vigor e terá impactos diretos em setores ligados à comunicação e à coordenação de políticas públicas do governo.