A primeira-dama de Maceió, Marina Candia, recebeu o título de Cidadã Honorária de Alagoas concedido pela Assembleia Legislativa do Estado (ALE), em reconhecimento ao trabalho social que desenvolve na capital. Mas, entre discursos e aplausos, uma pergunta inevitável surgiu nos bastidores: seria esse o primeiro passo de Marina rumo a um futuro político próprio?
Conhecida pelo perfil discreto, mas atuante em causas sociais, Marina tem ampliado sua presença em eventos públicos e fortalecido sua imagem junto a lideranças políticas. A homenagem, segundo parlamentares, é uma forma de reconhecer seu papel à frente de projetos voltados à inclusão e à proteção de famílias em vulnerabilidade.
No entanto, para muitos observadores, o gesto carrega simbolismo político. O título de cidadania, tradicionalmente concedido a nomes com projeção estadual, chega em um momento de reconfiguração das alianças em Alagoas — e pode indicar a ascensão de Marina como figura de destaque além da esfera municipal.
Com um estilo sereno, mas firme, ela tem conquistado espaço próprio, para além da imagem de esposa do prefeito. Entre os que a acompanham, há quem a veja como uma potencial candidata ao Senado ou até como futura primeira-dama do Estado, caso o grupo político de JHC avance em 2026.
Enquanto isso, Marina segue com o mesmo discurso de serviço e dedicação:
“Recebo essa homenagem com gratidão e com o coração voltado para continuar servindo. Alagoas é um Estado que me acolheu, e quero continuar trabalhando pelo bem das pessoas.”
Discurso institucional ou ensaio para novos voos?
A resposta, talvez, o tempo revele — mas o nome de Marina Candia já está oficialmente inscrito na história de Alagoas.