Entre 2019 e 2022, o Brasil enfrentou o caos. A pandemia paralisou economias, fechou fronteiras e gerou uma crise sanitária sem precedentes. O país foi submetido a um cerco político e midiático que transformou o debate sobre saúde em campo de guerra ideológica. Mesmo assim, os números mostram uma realidade incômoda para muitos: o Brasil resistiu.

De acordo com o IBGE, o PIB brasileiro cresceu 1,2% em 2019, recuou 3,3% em 2020, e se recuperou com força — 4,8% em 2021 e 3,0% em 2022. Em valores nominais, saltou de R$ 7,3 trilhões para R$ 10 trilhões, com o PIB per capita passando de R$ 35 mil para R$ 46 mil. Tudo isso, apesar da “guerra sanitária” e da crise mundial que derrubou potências.

Enquanto boa parte da imprensa projetava o colapso total, o país manteve o agronegócio em operação, sustentou o emprego formal e reagiu mais rápido do que várias economias europeias. As medidas emergenciais de apoio — tão criticadas na época — evitaram um colapso social e garantiram o consumo básico de milhões de famílias.

A narrativa do desastre não resistiu aos fatos. Mesmo sob ataques constantes, com governadores fechando cidades e tribunais interferindo em políticas federais, o Brasil saiu da pandemia com a economia viva. O que se vendia como tragédia virou um caso de resiliência.

O episódio revela algo maior: o Brasil é muito mais forte do que o discurso derrotista que tentaram impor. A pandemia expôs fragilidades, mas também revelou um país que trabalha, produz e se levanta — mesmo quando o mundo inteiro torce contra.

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