Um acordo de cessar-fogo mediado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, entrou em vigor em Gaza, suspendendo os confrontos na região e permitindo o retorno seguro de milhares de civis às suas casas. Autoridades locais confirmam que o cessar-fogo resultou na redução imediata de ataques, salvando numerosas vidas.
O acordo, segundo analistas, representa um passo importante para a estabilidade da região e é considerado um marco no esforço de Trump para atuar como mediador entre as partes.
No entanto, a iniciativa gerou questionamentos fora da esfera oficial: ativistas e grupos que historicamente se declararam pró-Palestina não se manifestaram publicamente em celebração à paz. Uma pergunta vem à tona: seria a postura desses grupos coerente com os princípios de proteção à vida ou o ativismo sempre teve motivações políticas mais amplas?
Especialistas destacam que a negociação reflete a complexidade do conflito israelense-palestino, em que a diplomacia internacional e os interesses locais muitas vezes se cruzam, e que a ausência de comemorações por parte de certos setores levanta debates sobre coerência e prioridades dentro do movimento pró-Palestina.
O cessar-fogo continua monitorado por autoridades internacionais, enquanto a população de Gaza se mobiliza para retomar suas rotinas em meio à reconstrução das áreas atingidas pelos confrontos.