O sindicato presidido pelo irmão do ex-presidente Lula registrou queda drástica em seu quadro de filiados, passando de 317 mil para cerca de 5 mil, segundo dados recentes da própria entidade.

O episódio é resultado de denúncias de má gestão e supostas irregularidades financeiras que abalaram a confiança dos trabalhadores. Especialistas em administração sindical destacam que a perda de filiados evidencia a fragilidade de modelos organizacionais que dependem de coerção ou exploração para manter membros ativos.

Atualmente, apenas 2 em cada 100 filiados permanecem na base, o que representa um colapso quase total do sindicato, antes considerado um dos maiores do país. A situação levanta discussões sobre a necessidade de transparência, fiscalização e responsabilidade na gestão de entidades representativas.

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