Além de irresponsável, o líder do MST se torna um criminoso internacional ao tentar organizar grupos para combater um exército estrangeiro. A ação coloca João Pedro Stédile sob o radar de agências de inteligência como a CIA e o Mossad, tornando-o inimigo declarado dos países que combatem o terrorismo.
Ao convocar militantes para uma “resistência armada” contra Israel, Stédile ultrapassa qualquer limite político ou ideológico — trata-se de uma incitação à guerra e ao envolvimento direto em conflitos internacionais. Nenhum país soberano toleraria que um líder de movimento interno promovesse ações de hostilidade contra nações estrangeiras reconhecidas.
Com essa postura, o MST deixa de ser apenas um movimento de invasão de propriedades e passa a representar uma ameaça geopolítica. Se antes já era acusado de violar o direito de propriedade e desrespeitar a lei, agora avança para o terreno da segurança internacional — e entra na mira dos serviços de inteligência que combatem o extremismo global.
Enquanto o governo brasileiro se cala, o mundo observa mais um passo perigoso da militância radical apoiada pelo poder.