Flávia de Medeiros Ardovino Rosa morreu em 27 de fevereiro de 2026, aos 45 anos, no Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro. Ela havia sido presa em janeiro de 2023, após permanecer no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, e respondia à ação penal AP 2285, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes. Documentos do STF confirmam que ela respondia pelos crimes previstos no artigo 286, parágrafo único, e artigo 288 do Código Penal, relacionados à incitação ao crime e associação criminosa.

Segundo reportagem publicada pela jornalista Ana Maria Cemin, Flávia enfrentava problemas cardíacos e familiares relataram dificuldades para realizar consultas, exames e tratamentos enquanto estava submetida a medidas cautelares, incluindo monitoramento eletrônico. A mesma reportagem a inclui em um levantamento que contabiliza 12 mortes entre pessoas processadas no contexto do 8 de Janeiro. Essas alegações sobre possíveis atrasos ou impedimentos no tratamento são relatos divulgados pela família e pela reportagem e não foram, nas fontes localizadas, independentemente comprovadas.

Quatro dias após a morte, em 3 de março de 2026, Alexandre de Moraes determinou a extinção da punibilidade no processo em razão do falecimento da ré. A decisão encerrou a ação penal contra Flávia, mas o caso voltou ao debate público após a divulgação de sua morte e dos relatos sobre seu estado de saúde.

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